terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Os frutos do primeiro dia


Baaaaaaaaaaaaaaaah, primeiro dia de infortúnio. Foi tão... Infortunante...

Oh, I mean, foi legal... Legal, não: foi DIVÍSSIMO rever meus amigos, desejar feliz ano novo, fazer uma apresentação divatória e fechativa de Educação Física (Ginástica com música - Like a G6 do Far East Moviment - com coreografia feita por mim), receber muitos "Parabéns" da professora de Educação Física, andar com minhas amigas até um lugarzin, comer, comprar, tals e tals... Foi tudo muito bom.

Tudo. Menos os primeiros minutos do dia.

Nhaaaar, sabe quando tu não quer ver algumas pessoas nem pintadas de outro, prostradas aos seus pés, limpando o chão com a língua e fazendo de suas vestes um tapete para você? Daí tu vê a pessoa logo de princípio e... NOSSA! É como se alguém tivesse parado o tempo, te congelado, jogado um balde de gelo em você, dado um pause na sua alma... Ou como se seu coração esquecesse de como bater, se você esquecesse de como andar, respirar, falar... Botar a voz pra fora. Como se você tivesse aquela sensação de paralisia temporária, de interrupção de tudo. Como se seu cérebro tivesse ficado como bolinha básica de internet que significa "Loading, Please Wait..." e você não sabe que expressão fazer, para onde olhar, o que dizer, o que pensar... Nada. Daí, surge um medo... Um súbito medo que, ora, você não sabe porque está sentindo. Muito menos se realmente é medo. Talvez o medo seja do que talvez possa estar acontecendo a você. Em qualquer sentido.

Daí, depois disso tudo em menos de um minuto, você sente que seu dia acabou.

Breu.

Descansar? Impossível. Dormir? Impossível. Esquecer? Impossível. Mas tudo isso por uma série de fatos sucessivos e, inclusive, porque, quando você mais precisa fazer algo importante (como estudar e dormir, por exemplo), aparece o Papa, Dilma, Black Eyed Peas, o governador, a Embaixadora dos EUA, vizinhos, família, gato, cachorro, pombo, rato, barata, sua mãe, o moço que tem uma horta lá no sul do país... Todo mundo e te interrompe.

Aí chega alguém, super casual, e diz: "Faz parte". Mas é. Afinal de contas, a vida é arte.

Daí a tentativa de recuperação do dia não foi, de todos os modos, um sucesso. Mas a vida é como diz a música:

"Nem sempre ganhando,
Nem sempre perdendo, 
Mas sempre aprendendo a jogar..." 

~Kiss da Miss 

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