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quarta-feira, 11 de março de 2015

Vamos estudar inglês?

Enquanto a UFBA não me chama...

Eu sincera e honestamente não gosto de ficar parada. Eu quero descansar; mas, quando descansada, eu quero fazer algo. Algo de produtivo, como estudar.

Quando tive dúvidas se passaria ou não em alguma universidade, comecei a me desesperar para estudar história pelo Youtube (Canal HistoriAção Humanas - que é meu fave, muito bom!), português (ler muito, procurar dicas de gramática, interpretação de texto, etc.) e por aí fui procurando umas coisinhas em que eu tinha mais facilidade e o que eu mais precisava na minha área.

Sem contar as minhas situações nos EUA (!!!). O que a gente chama de Lack Of Vocabulary (falta de vocabulário), é tentar explicar uma coisa que você não sabe ou esqueceu como dizer e obter um vocabulário novo (ou relembrar um antigo) a partir daí. E eu passei muito por isso.

Como também participarei da nova seleção de Jovens Embaixadores 2016, preciso estar com um inglês mega-afiado por que passei a ser, mais do que já era considerada, um exemplo. Então, melhorar é uma das minhas grandes metas neste momento. Além de aprender coisas novas, quero melhorar o quê eu já tenho: o meu inglês.

A princípio, eu estudava pelo Livemocha. Que, na época (lá para 2011), era ótimo. Tinha chat, tinha aula, tinha correção de exercícios e etc. Hoje, eu não aconselho o Livemocha para ninguém. Ele está péssimo. Atualizou e está horrível - pelo menos ao meu ver: ninguém corrige os exercícios, não tem chat, você tem que comprar a sua aula - com as moedinhas de lá, mas são difíceis de conseguir -, coisas do tipo.

Então, comecei a caçar vários sites.

O quê? Sites?

Sim! Já ouviu aquela expressão "Quem não tem cão, caça com gato"? Pois, é exatamente isso o que eu faço. Quando eu fiz curso, foi por um programa da Embaixada Americana (ou seja, era uma bolsa). Mas o curso acabou e o que me faz manter o meu inglês? Eu. Dando meus jeitos, todavia, eu: leio textos em voz alta, leio textos para mim, leio letras de música e traduções, canto-as, tento cantar rap (que é um ótimo exercício de dicção para falar rápido e bem), vejo vídeos em inglês, namoro com o dicionário, coisas do tipo. Dentre elas, tento encontrar sites bons que me ajudem.

Então, caçando, encontrei uns vídeos de uma moça gringa explicando a diferença entre o sotaque americano e o britânico (porém, achei o vídeo avançado para quem quer começar, mas não custa nada tentar ver - é bom que já trabalha o listening). Não sei qual site foi esse, perdi-o. Maaaaaaas (porém, contudo, entretanto, todavia) nada os impede de procurar no Youtube "American Accent"e aparece vários vídeos sobre :D

Também encontrei um site com uma lista de níveis e gramática muito interessante! Por exemplo, tinha: Conjunções. Em "Conjunções" tinha todas as conjunções, uma por uma, e em cada uma tinha definição e exemplos. E uma série de outras coisas. Este site chama-se Learn American English Online (Aprenda Inglês Americano Online). Caso queira entrar, basta clicar aqui.

E, se você só quer praticar inglês (ou queira praticar o que acabou de aprender), pode entrar no site que um grande amigo me recomendou: o Language Exchange Community (Comunidade de Intercâmbio de Idiomas), onde você conversa digitando ou por chamada com alguém que pode ser tanto gringo quanto BR (hihihi!), individualmente ou em grupo. E pode adicionar em Skype, fazer chamadas, etc. Você pode acessar este site clicando aqui.

Caso você queira ter um aprendizado um pouco mais real, pode acessar o Duolingo - que é o site que eu estou utilizando agora.

Pra falar a verdade, não gosto muito deste site, por quê, ao mesmo tempo que é exagerado com a gramática, tem lá suas falhas. Por exemplo: você não pode escrever "pra" em vez de "para", mas "sleeping" (dormindo) significa "dorminhoco". E tem mais umas coisinhas que não me lembro agora. Mas, em compensação, tem o "discuta a frase", que é bem interessante e o "reporte um erro", no caso deles terem feito algo errado.

Não gosto das regras assim, mas é o melhor site atualmente para estudar inglês e qualquer outro idioma, pois ele é muito didático. Tudo bem, eu detesto o super-didático pelo fato de que o exagero é grande e tudo é traduzido (não é bem assim quando está se aprendendo um idioma), mas é ao mesmo tempo bom, já que ele mostra seus erros instantaneamente e, se você errou em algo, poderá repetir e acertar da próxima vez e das próximas vezes (redundante? Eles são mais do que eu fui agora, creia!).

Você também tem vários tipos de exercícios (digitar, traduzir, falar e ouvir) e ainda pode comprar unidades bônus (como Cantadas, por exemplo, hahaha!) e traduzir textos, o que é uma boa para vocabulário e gramática ao mesmo tempo.

Caso tenha se interessado pelo Duolingo, clique aqui.

Ainda há mais vários sites para aprender inglês e várias dicas em vários lugares. Sabe aqueles livros antigos de inglês que temos em casa ou recebemos da escola e não usamos? Pois é, eles também servem para alguma coisa, então não desfaça deles, visse?! Basta ter força de vontade e se jogar. Não só para o inglês, claro - afinal de contas, aprendi isso com a coisa que menos compreendia no mundo: FÍSICA.

Só não aprendemos o que não queremos, então open your cerébro e use-o! Hahaha :D
Sem contar que, se a UFBA me aceitar, vou tentar ensinar inglês lá!
#MinhaCeitaUFBA

sábado, 30 de agosto de 2014

Alumni Day - Dia do Voluntário

Hoje, dia 30 de agosto, é o Alumni Day (Dia do Voluntário). E, como eu havia dito, eu fui para o evento e te passarei todas as informações aqui e agora. A-ha!

Á princípio, achei que muita gente compareceria ao evento. Meus colegas de Access, pessoas do programa JE... Enfim, apenas quem compareceu de não jovem embaixador fomos Hugo e eu. E, como aqui é BR (hihihihihi...), nada sai do jeito que deve sair: começamos atrasados, não pudemos ter oficina de música (com a famosa Banda Quabales) nem som. E a inauguração da biblioteca foi adiada também por conta dos problemas do bairro, o que me deixou meio chateada, porém eu consegui doar meus livros e tudo o que importa é passar imaginação. Feito isso, tudo certo. E, mesmo assim, não deixou de ser bem legal.

Tivemos uma mostra corporal do Quabales e uma oficina de grafite. Conhecemos o vice-consul Diego e mais pessoas da embaixada. Eu tive o enorme prazer de rever Athiná, superintendente geral da ACBEU e Maggie, organizadoras do evento. E, claro, meus JEs-BA lindos da vida, e Carlos - o immersioner que, na época do EIP, foi para os U.S. Porque ele é phyno e divo, haha!

No final, fizemos uma palestra. O que foi bem difícil, não sei se foi por que eles são muito novos ou se por que é colégio de bairro ou, enfim, sei lá o quê. Mas, como dissemos á eles, foi difícil - não impossível. Foi divertido, por sinal. Tem sempre o "engraçadinho", que acaba fazendo tudo ficar engraçado mesmo, haha. Mas, num geral foi tudo, ótimo. Inclusive o lanche: mugunzá e cuscuz de tapioca com leite condensado. Hum... Hihihi!

Essa é a nossa foto:
Foto oficial
USBEA - Alumni Day
No fim das contas (e de toda a bagunça), percebi que somos nós quem mudamos nossas vidas. Que nós somos jovens, mas que fazemos muitas coisas. Eu nunca na minha vida iria imaginar que viajaria de avião. Sozinha. Com tudo pago. E eu vim do mesmo lugar onde eles estavam (não literalmente). Eu sou. Assim como os outros presentes. E dizer tudo aquilo á eles, mesmo que entrasse por um ouvido e saísse pelo outro, era gratificante. E ainda é.

Me pego relembrando minhas atitudes quando eu era mais nova. Lembro que morria de vergonha de falar em público e uma vez eu quis falar. Até hoje lembro com todas as letras o que eu disse: "engula a raiva, não grite..." pra os garotos que ficavam berrando o tempo todo. Aí um deles riu de mim e eu comecei a chorar. Hoje, vejo que meu comportamento "diferenciado" (de levantar para dizer isso e de ser ridicularizada em meio á tanta gente por um garoto "igual" á mim) não é em vão. Vejo quem eu era e quem eu sou. Só não vejo até onde posso ir. Não, porque a estrada me parece ser infinita. Mas ela termina onde a minha vida também termina. Felizmente, o caminho até lá é longo. E eu consigo ver muitas coisas boas pela frente.

Não só para mim. Isso é possível para todos. Então, mesmo vendo todos eles alheios, dispersos, agitados, é importante dizer tudo o que a gente sabe e tudo o que a gente não sabe pra eles. Mostrar a porta á eles. Aí eles decidem se abrem e entram ou se vão ficar na comodidade. Se eles vão pegar a sacola e, como disse Hugo, enchê-la de sonhos e sair porta afora para tentar realizá-los, pois nem tudo a gente tem. Mas só o fato de tentar já é uma boa. Tentar com vontade, com garra para se destacar e para que, mesmo que não consiga, dizer "eu não perdi em vão". Aí pegar outro sonho do saco e correr atrás dele. Sempre partindo de um para o outro. Isso é muito importante. Muito.

Talvez, se eu mesma não tivesse tido essa vontade de mudar, eu estivesse grávida ou tivesse tido um filho (como muitas) ou talvez estaria apática, ou mesmo teria perdido de ano ou outras oportinidades. Com certeza não teria viajado de avião. Talvez estivesse acarretando problemas para mim e para a minha família, que seja. Mas hoje eu sou alguém. Graças á mim. E quem não tem esse "mim"? Essa atitude, essa vontade, essa confiança em si próprio? Precisa de alguém que os incentive, por que ninguém incentiva um pobre. Nenhum rico quer mais um rico. Nem todos querem te ver bem, ou melhor - quem sabe?

Só sei que fui, fomos. Fizemos coisas, conversamos, comemos, nos divertimos... Fizemos esse motivacional. Tentamos mudar vidas. E esperamos que tenhamos conseguido.

E se você também quiser mudar uma vida, também pode. Basta ser um voluntário!

Feliz dia do Voluntário.

Raquel.

sábado, 9 de agosto de 2014

Eventos e mais eventos!

Sumi, eu sei. Mas estive sem internet e com uma poça de trabalhos para fazer. Agora, eu tenho uma fonte de trabalhos (que é bem mais funda que uma poça) e hoje a minha internet resolveu funcionar. Então eu começo a busca pelos meus eventos! Sim, eventos! Hoje é sábado, mas não irei pra o evento mais badalado do dia, a festinha Armaria (a qual, me desculpem, é festa de gay - porque só vai gay. Nada contra).

Aqui falo sobre eventos culturais, como o Bon Odori e a 3ª Bienal da Bahia, que são os eventos que eu pretendo ir esse mês.

O Bon Odori é um festival de cultura japonesa que, acontecem em Salvador no último fim de semana do mês de agosto (nesse caso, dias 30 e 31) geralmente na AABB em Piatã, porém, esse ano será no Centro de Convenções da Bahia. O evento mostra um pouco da cultura Oriental e eu, desde os 15, quero ver, mas nunca vou. MAS (!) esse ano eu irei! Vou comprar o meu ingresso antecipado, que já está sendo vendido desde o dia 4 de agosto (no valor de R$8,00 + taxa) na TicketMix (dos shoppings Barra, Iguatemi, Paralela e Salvador) então você, soteropolitano, compre já o seu ingresso, pois no dia do evento ele custará o dobro (R$16,00, na porta, claro). Mais informações, você encontra no site oficial do evento, clicando aqui.

E a Terceira Bienal da Bahia está acontecendo desde o dia 24 de Maio e vai até o dia 7 de Setembro, com uma programação de 100 dias espalhadas pela Bahia afora. Vários pontos culturais de Salvador estão tendo um "pouco de Bienal" nesse período. Estão rolando palestras, atividades culturais, leituras públicas, exposições, lançamentos de diversos livros, entrevistas, etc. Uma série de coisas que eu não pretendo perder e aconselho meus bons conterrâneos de não perderem também. A entrada é free e a cultura é muita. Então sugiro que aproveitem bastante o que ainda lhes resta, que não é pouco! A programação da segunda temporada você cê clicando aqui.

Pretendo ir para os dois eventos, comprar umas coisas e tirar muitas fotos para postar aqui.

Vamo? :)